Ela construia-se, lentamente, à vista da bilhardeira, e no silêncio dos calados gabinetes de ninguém.
Primeiro o desaterro, depois as valas e as bases das sapatas, logo veio a chuva e os jornais anunciavam a novidade.
Mais tarde, pequenas colunas de esperança subiam para o céu, lançando suas hastes em vigas de amarração, e logo uma enorme mole se estendia em sobrado, nascendo a base dum novo ramo, que logo se reproduzia em ramos verticais.
A barriga estava enchendo de esperança, mas logo veio o profeta anunciar que se esperaria nova oportunidade. Os crentes esperaram a profecia. Estava para anunciar-se que finalmente um novo projecto poderia ser iniciado. As esperanças estavam firmes, as oficinas estavam em andamento, os revestimentos a colorir as paredes, a gravidez avançava em pleno. Faltou o cimento e a criança quase morreu.Mas novamente a mão do pofeta anunciou que a criança haveria de nascer
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Depois o profeta calou-se.
A donzela pariu em tomásia a mentira e a desilusão.
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À sua volta cresceriam relvas, estudantes e formações: EFAS, CEFs e afins.